E as cores do céu se misturam,
e as palavras mais uma vez se atraem,
dançam num vai e vem disparado,
e por dentro eu sinto bater.
Como o toque fino de uma seda,
a beleza irradiada sobre ti.
Me vejo então sem destreza
em lidar com tal situação.
Ando em meio a arranhões,
e as vezes as coisas parecem não se encaixar,
eu me nego a dizer que sim,
e não aceito qualquer outra descrição.
Ah! Saudade, saudade de estar perto,
saudade de saber como,
onde,
por que,
como.
Saudade daquilo que ainda nem pude viver,
mas que insiste em ser cobrado pelo meu ego.
Saudade que eu nem sei do quê.
Saudade.
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