Eu ainda não me acostumei com o "era",
às vezes me pergunto por que foram,
Concentrei minhas ideias em outras coisas,
mas no final somente um pedaço de ti me restava.
Eu, você, nós brincávamos de amizade,
de um jeito ou de outro era assim,
a gente ria, eu reclamava do tomate,
na pizza, e ela era nosso motivo de debate.
Tempo do "era", que me pergunto quando volta,
ai percebo que agora, só posso seguir para o que será!
Tempo que eu guardo aqui dentro,
tempo que eu não posso esquecer,
Ainda não me acostumei com o "era",
mas tenha certeza que parte de mim
sempre vai ter grande parte de você
domingo, 30 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Finquei aqui
Eu finquei aqui meu coração,
depois de andar por vários caminhos.
Depois de olhar nos olhos e ainda
não conseguir ver além.
Eu gravei aqui as palavra certas no meu coração
O sentimento inexplorado,
a verdade dita cara a cara.
Eu deixei aqui o que a mais ninguém cheguei mostrar
depois de caminhar eu agora paro aqui.
Como o navio sem direção que por um acaso
encontra de novo o rumo.
Eu rodei a geografia, eu entendi a história
e no final...
No final eu conto aqui...em cada dia que acordar,
não no felizes para sempre...
Mas no sempre felizes a cada dia,
cada hora, cada minuto, cada instante...
Eu finquei aqui meu coração.
depois de andar por vários caminhos.
Depois de olhar nos olhos e ainda
não conseguir ver além.
Eu gravei aqui as palavra certas no meu coração
O sentimento inexplorado,
a verdade dita cara a cara.
Eu deixei aqui o que a mais ninguém cheguei mostrar
depois de caminhar eu agora paro aqui.
Como o navio sem direção que por um acaso
encontra de novo o rumo.
Eu rodei a geografia, eu entendi a história
e no final...
No final eu conto aqui...em cada dia que acordar,
não no felizes para sempre...
Mas no sempre felizes a cada dia,
cada hora, cada minuto, cada instante...
Eu finquei aqui meu coração.
domingo, 16 de setembro de 2012
Vamos saindo
Não me faça dizer palavras duras,
não me deixe sentir de novo essa emoção.
Não tente enganar meus sentimentos.
Fogo e água nunca serão parceiros,
óleo e água nunca irão se misturar.
É como tentar rodar por outros caminhos,
e já não sei por onde caminhar.
Tornei-me o que de mais insano pude pensar,
entreguei o que não podia de mim tirar.
Ah! Já chega de tanta dor, chega de tanto drama.
Olhe bem aqui dentro da minha alma,
será que você consegue?
Me poupe, me defenda de tanta incerteza.
Eu não consigo mais, nós não podemos mais.
Hora de virar e seguir, por onde eu vou
não quero nem a tua sombra.
Para onde vai, que eu jamais sinta o perfume.
Vamos saindo, de fininho, as pressas...
Vamos, vamos sim, e o que mais tiver que ser,
já entendo que não pode ser mais!
Vamos lá!
não me deixe sentir de novo essa emoção.
Não tente enganar meus sentimentos.
Fogo e água nunca serão parceiros,
óleo e água nunca irão se misturar.
É como tentar rodar por outros caminhos,
e já não sei por onde caminhar.
Tornei-me o que de mais insano pude pensar,
entreguei o que não podia de mim tirar.
Ah! Já chega de tanta dor, chega de tanto drama.
Olhe bem aqui dentro da minha alma,
será que você consegue?
Me poupe, me defenda de tanta incerteza.
Eu não consigo mais, nós não podemos mais.
Hora de virar e seguir, por onde eu vou
não quero nem a tua sombra.
Para onde vai, que eu jamais sinta o perfume.
Vamos saindo, de fininho, as pressas...
Vamos, vamos sim, e o que mais tiver que ser,
já entendo que não pode ser mais!
Vamos lá!
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
O amor dói
O amor dói, em sua extrema inconstância.
Sim, o amor dói ao proteger,
assim como os espinhos de uma rosa.
Na doação de cada dia,
de conhecer cada detalhe.
O amor dói ao ter que esperar por um olhar
que descanse e que acalme.
O amor dói ao ter que reconhecer as falhas,
ao ter que silenciar, ao ter que discutir.
O amor dói em sentimentos,
nas dificuldades.
Mas antes de tudo dói
pelo simples fato de ter que amar.
Incondicionalmente, misteriosamente
incansavelmente.
E no que mais disser da dor,
amo outra vez mais,
mesmo que de fato eu tenha que chorar,
o amor dói, insensato ou não.
Não pararia de amar....
Sim, o amor dói ao proteger,
assim como os espinhos de uma rosa.
Na doação de cada dia,
de conhecer cada detalhe.
O amor dói ao ter que esperar por um olhar
que descanse e que acalme.
O amor dói ao ter que reconhecer as falhas,
ao ter que silenciar, ao ter que discutir.
O amor dói em sentimentos,
nas dificuldades.
Mas antes de tudo dói
pelo simples fato de ter que amar.
Incondicionalmente, misteriosamente
incansavelmente.
E no que mais disser da dor,
amo outra vez mais,
mesmo que de fato eu tenha que chorar,
o amor dói, insensato ou não.
Não pararia de amar....
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