Eu que nada sei das palavras
que desandam dentro do meu pensar,
que se acumulam e se lançam
numa dança irritante e envolvente.
Eu que nada sei da poesia,
ainda me permito esses versos.
Puro nervosismo de dizer,
falta de expressão aqui em meu ser.
Crucificam-me por não poder.
E é nisso que dá,
um segundo, simples versos,
e já não sei mais o que falar.
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