O amor dói, em sua extrema inconstância.
Sim, o amor dói ao proteger,
assim como os espinhos de uma rosa.
Na doação de cada dia,
de conhecer cada detalhe.
O amor dói ao ter que esperar por um olhar
que descanse e que acalme.
O amor dói ao ter que reconhecer as falhas,
ao ter que silenciar, ao ter que discutir.
O amor dói em sentimentos,
nas dificuldades.
Mas antes de tudo dói
pelo simples fato de ter que amar.
Incondicionalmente, misteriosamente
incansavelmente.
E no que mais disser da dor,
amo outra vez mais,
mesmo que de fato eu tenha que chorar,
o amor dói, insensato ou não.
Não pararia de amar....
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